Conectados somos mais: “Doadores em cadeia” como um modelo de comunidade

Conectados somos mais: “Doadores em cadeia” como um modelo de comunidade

Há algum tempo, eu estava escutando um dos meus podcasts favoritos chamado Freakonomics, criado pelos autores do livro que tem o mesmo nome. Teve um êxito mundial por sua interessante e inovadora maneira de olhar os processos econômicos dos quais tod@s participamos diariamente, mas passam despercebidos. Um capítulo em particular chamou a minha atenção, com o título “Make Me a Match” que explicava sobre os “doadores em cadeia”, um incrível sistema que une doadores de rins não compatíveis para o benefício de tod@s, inventado pelo engenheiro Al Roth, que recebeu um prêmio Nobel em economia junto a Lloyd Shapley por este trabalho.

Tudo bem, mas talvez você esteja se perguntando o que tem a ver o processo de “doadores em cadeia” com a Workana…

doadores-em-cadeia-como-um-modelo-de-comunidadeHá muito a aprender com este novo modelo e tem mais em comum com a plataforma do que você imagina. Os doadores e receptores neste modelo formam um mercado onde há um grupo de pessoas com necessidade e outro grupo que deseja contribuir, mas infelizmente nem todos os contribuintes são compartíveis com aqueles que necessitam. Mas, com a importântíssima ajuda altruísta de um doador sem destino, ou doador aberto, sem compromisso anterior, é possível formar uma nova cadeia de emparelhamentos, que sem a intervenção deste trabalho voluntário externo não seria possível.

Na Workana temos um mercado onde de vez em quando também pode aparecer uma ausência de “match” perfeito para cada necessidade ou freelancer. Pode ser que um freelancer detecte a falta de trabalho ou clientes em sua área, por exemplo.

Mas, lembrando a filosofia de “doadores em cadeia”, podemos começar a fazer as nossas próprias reações em cadeia por e para comunidades como a Workana, e mais ainda, nas redes como colaboradores virtuais, e criar novas oportunidades.

Isto poderia tomar forma, por exemplo, ao ajudar um freelancer menos experiente que conheceu nas redes sociais, oferecendo conselhos sobre como melhorar as suas propostas (como fazemos com os #FreelaTips), ou até compartilhar um trabalho ou projeto com outro freelancer para ganhar um novo aliado e experimentar como liderar um grupo de trabalho mais competitivo.

Aproveito para sugerir algo ainda mais importante: não subestime o poder das reuniões e encontros offline! Por isso, também recomendo que você participe do próximo #Freela

Nos dias 12 e 13 de maio, em Santiago, Chile, tive o prazer de assistir o simpósio Conectados al Sur, que busca reunir as melhores mentes e empreendedores sociais de toda a América Latina para conversar e colaborar sobre “crianças, jovens e o meio digital” e “o uso e adaptação da internet por jovens tradicionalmente marginalizados na América Latina e no Caribe” para melhorar a inclusão destes grupos online.

Alguém cético poderia dizer que, como freelancer, não fui pago e que ninguém me pagaria para conversar e colaborar sobre estes temas. E, no fundo, por que eu me importaria? É simples: porque tomando o exemplo dos doadores, tudo começa com um ato solidário e voluntário para iniciar uma cadeia de ação.

Mais jovens empoderados, conectados e talvez mais independentes financeiramente, graças a sites freelance como a Workana, serão um enorme plus em nosso ecossistema independente.

Mais apoio e pessoas com quem colaborar podem oferecer uma importante diversidade à nossa comunidade na hora de semear futuros empreendedores e clientes para trabalhar com outros freelancers. Assim, você poderá fazer o seu negócio crescer, ou colaborar com o crescimento da sua área de trabalho.

Resumindo, foi muito bom participar da conferência, mesmo pensando que a sua proposta poderia soar forte e um pouco intimidadora, mas a chave desta experiência foi o seu aspecto offline ou presencial, para maximizar as nossas capacidades de colaborar e trabalhar, minimizando as barreiras conhecidas por qualquer freelancer: idioma, diferença de horário e a velocidade da conexão com a internet!

Espero que a minha experiência e a filosofia dos “doadores em cadeia” possam te guiar sobre como você mesm@ poderia ter um papel importante em nossa comunidade virtual, e ter sentido em nossa missão compartilhada. Brindo por isso!

Saiba mais sobre a Sarah aqui!

Anime-se a começar o seu empreendimento criando um projeto na Workana, seja com a ajuda de outros freelancers experts em diferentes áreas ou também lançando-se como profissional independente.

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