Constanza Parodi: A publicidade e a mulher, um grito coletivo contra a violência

Constanza Parodi: A publicidade e a mulher, um grito coletivo contra a violência

Como a internet e as novas tecnologias ajudam a garantir os direitos da mulher?

 

Muito foi dito nos últimos meses sobre a violência de gênero e discriminação contra a mulher. Os meios incentivam constantemente a conscientização sobre estes temas, tentando promover uma mudança de paradigma para conseguir igualdade em ambos os gêneros.

Entretanto, a pergunta surge constantemente: como os meios ajudam a criar consciência na sociedade?

Na #NemUmaMenos, até uma nova campanha #MulheresNãoObjetos, são várias as campanhas contra a conversão da mulher em objeto.

Milhares de usuários compartilham através destas campanhas mensagens publicitárias e spots que denigrem ou convertem a mulher em um simples objeto.

As redes sociais têm sido de grande ajuda para promover e conscientizar os usuários a respeito da importância deste tema.

Manifestações em diferentes cidades, reclamações na televisão, conferências e um sistema de redes sociais cheio de mensagens convidando a uma reflexão. Pouco a pouco vamos nos transformando em uma sociedade mais consciente.

Hoje em dia, ser mulher, mãe e empreendedora é possível, situação que anos atrás era quase impossível de sonhar.

Inclusive, o fato de estar grávida não significa um impedimento para continuar trabalhando: milhares de plataformas como a Workana, consultoras que realizam contratações temporárias e empresas com a modalidade home-office permitem que continuemos nos desenvolvendo profissionalmente.

Além disso, existem novas ferramentas para capacitação contínua: desde cursos até carreiras de graduação que podem ser feitas online.

Com a modalidade de trabalho freelance, a diferença salarial entre homens e mulheres já não existe. Para quem sustenta a lógica de “o homem tem um salário mais alto do que a mulher nas empresas”, tenho uma grande notícia: o trabalho freelance ou “remoto” anula por completo esta dinâmica. As condições são mais igualitárias e o que se premia é o conhecimento, a capacidade, a qualidade do trabalho e a forma de realizá-lo independentemente do gênero.

A Internet e as redes sociais convocaram milhões de usuários a compartilhar #NemUmaMenos. A campanha reclamando dos direitos da mulher conseguiu reunir milhares de pessoas na Plaza del Congreso de la nación Argentina.

Assim, vemos como aos poucos o paradigma vai mudando, os meios começam a apoiar as nossas reclamações, e o mais importante: nós começamos a nos sentir mais protegidas.

Nós da Workana Studio felicitamos e incentivamos a todas as agências de publicidade, Marketing e usuários particulares a seguir conscientizando e criando todos os dias um meio digital igualitário.

Feliz dia das mulheres!

Constanza Parodi

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