Por que o Freelancing está bombando

Por que o Freelancing está bombando

Já faz 3 anos que, graças à Workana, passamos todos os dias dentro do mundo freelance. E neste curto tempo vimos como trabalhar freelance passou de ser algo só para um nicho a algo que busca ser massivo.

Esta mudança não acontece sozinha. Definitivamente, estamos vendo que o mundo está mudando. A famosa frase de Tom Goodwin que mostra o efeito que companhias como a Airbnb, Facebook e Alibaba tiveram em tão pouco tempo, se encaixa perfeitamente. Um estudo do McKinsey estima que estas novas plataformas melhorarão a vida de 540 milhões de pessoas em apenas 10 anos. E finalmente, o mundo do emprego está sendo parte desta revolução.

O modelo de emprego havia conseguido se manter relativamente a margem da mudança tecnológica por dezenas de anos. Ainda que o conceito de emprego em um só lugar já tenha acabado, a ideia de ser empregado full-time para uma companhia continuava sendo até pouco tempo a única opção possível. Finalmente isto começou a mudar, e hoje podemos dizer que o emprego full-time já viu dias melhores e começou a decair. Isto está ocorrendo por causa de 4 grandes tendências:

  • Globalização. Estamos operando em um mundo onde as fronteiras importam cada vez menos.
  • Tecnologia. Ainda que isto tenha sido uma promessa da internet desde o começo, é agora quando temos realmente a capacidade de trabalhar e colaborar a partir de qualquer lugar que tenha conexão com a Internet.
  • Novos comportamentos. As redes sociais fizeram com que muitos momentos pessoais se tornassem públicos. Isto também está acontecendo com a minha vida profissional; as minhas ações e desempenho profissional já não são privados.
  • Demografia e millennials. Este novo grupo está acelerando muito esta mudança, vale a pena ver os detalhes.

Os millennials vão passar a ser 75% da força de trabalho em 2025. Isto em apenas 10 anos. Claramente, serão o grupo que irá impor as regras. E entre um leque de opções com segurança e planejamento de um lado (onde os trabalhadores das Gerações X e anteriores preferiam estar), e flexibilidade e autonomia de outro, os millennials claramente preferem a última opção.

Neste novo mundo onde o freelancing passa a ser a norma em vez da exceção, plataformas como a Workana são indispensáveis. Para todo mundo que tenha trabalhado ou contratado alguém freelance, sabe que há 5 grandes problemas que nos cruzamos frequentemente:

  • Onde encontro gente boa?
  • Como sei que são bons?
  • Como sei que realização o trabalho que combinamos?
  • Como envio o pagamento? E se estiver em outro país?
  • Quanto tempo demora para contratar? Não quero esperar 2 meses

Todos estes problemas são solucionados usando a Workana. Temos todo o talento unificado em um só lugar, com um sistema de ranking e reputação transparente que permite ver trabalhos realizados e qualificações, e a proteção do Pagamento em Garantia tanto para cliente quanto para profissional. E enquanto a contratação full-time demora entre 60 e 90 dias, uma pessoa pode começar a trabalhar em alguns dias ao publicar um projeto na Workana.

Por esta razão, já estão começando a aparecer plataformas como a Workana em vários lugares do mundo. E como sempre acontece, estão correndo atrás desta nova tendência. Mas, nós adoramos a América Latina. Temos um nível de talento que pode competir de igual para igual com qualquer um. E a região conta com mais de 20 milhões de PMEs, que são o segmento que mais se beneficia com a rapidez e flexibilidade que esta nova maneira de trabalhar proporciona.

Como qualquer mudança radical, sempre demora e nem todos se convencem ao mesmo tempo. Mas se há algo que vemos dia após dia na Workana é que tanto clientes quanto profissionais que experimentam este novo modelo já não voltam ao modelo anterior. Como disse Fred Wilson, um dos investidores mais famosos dos Estados Unidos (investiu em companhias como o Twitter, Tumblr e Etsy), esta é uma das megatendências deste século. E nós adoramos estar liderando esta mudança. Definitivamente, o melhor ainda está por vir J

Eu adoraria saber o que vocês pensam, se têm ideias diferentes, e continuar a conversa nos comentários.

Atenciosamente,

Tomás

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