Morfina com Hambúrguer

Terminado

Publicado: Hace 2 meses Plazo: 10 días Propuestas: 3 Freelancers interesados: 3

Abierto

Descripción:

Leia atentamente AS EXIGÊNCIAS......sobre a composição e escrita do ARTIGO:

- O TÍTULO DO ARTIGO - pode ser melhorado, otimizado por você!

- O texto do artigo deve ser firme em suas conclusões. COM A SERIEDADE E FIDELIDADE DE UM TEXTO ACADÊMICO. SEM DEVANEIOS OU MEIAS VOLTAS COM PALAVRAS DESNECESSÁRIAS. Um texto com bagagem de pesquisa mesmo e não o de 'encher linguiça'...

- O artigo deve estar salvo no "RTF" (obrigatório).

-Este artigo, REQUER IMAGENS ILUSTRATIVAS - de livre uso e sem restrições
envie as fotos em separado além de colocar dentro do RTF para comparação
ilustrativa"

- PARA O FATOR 'BUSCAS E INDEXAÇÃO' no S.E.O:
Não esqueça: APONTE A ''PALAVRA CHAVE'' DENTRO DO TEXTO e NEGRITE para destaca las.... REPITA AO MENOS 6 (seis) VEZES A PALAVRA CHAVE NO TEXTO ..... e negrite.

- Escreva 1.200 palavras, não menos.

Lembre-se BEM:
O TÍTULO DO ARTIGO - pode ser otimizados por você! - ESCOLHER A PALAVRA CHAVE - repeti-la 6 VEZES E NEGRITAR - SALVAR NO "RTF".
xxxxxxxxxxxxxx......................xxxxxxxxxxxxxx..................................................

ARTIGO 01: Mínimo de 1.200 palavras

Título sugerido: Morfina - Importância e eficiência imbatível

- Este artigo 'meio crônica e meio redação jornalística'... visa esclarecer os equívocos, enfatizar a qualidade imutável da morfina e sua confiável função preciosa no ambiente da medicina.

O link abaixo, SE FOR LIDO CABALMENTE irá dar todos os ASPECTOS do passo à passo desejado para que este artigo/crônica se materialize com vigor e força na linguagem para motivar o leitor até o fim sem o enfadonho corpo que muitos artigos do âmbito causam.

- A escrita do artigo artigo no link abaixo é realmente muito boa. Acho então um desafio reescrever tudo isso sem "copiar" - é claro que não colocarei aqui nenhum outro link como sugestão de pesquisa, pois Dr. Drauzio Varella me bastou por completo na essência do que se deseja "explicar ao leitor" certas verdades...

https://drauziovarella.com.br/drauzio/morfina/

x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.xxxxxxxxxx

ARTIGO 02: Minimo de 1.200 palavras

Título sugerido: ''O prazer mortal do hambúrguer''

- Esta CRÔNICA visa apontar os prós e contras deste tipo de alimento, desvendar as falácias.

É muito dito que os americanos estão bem acima do seu peso padrão por conta da comida do tipo Fast Food..... e se afirma que o hambúrguer é a estrela responsável por isso. É verdade?

- Por que os nutricionistas colocam esse tipo de alimento como indesejável?

É claro que a indústria do Fast Food o glamoriza como qualquer outro produto bom de venda.... com suas publicidades coloridas e engenhosas... entretanto o ser humano é o árbitro final... mas SEM JUÍZO... é o que os nutricionistas deixam claro.

Então, vamos colocar em cheque a MORAL DO HAMBÚRGUER nesta crônica sobre esse alimento tão desejado por uma grande maioria dos jovens no mundo e porque não dizer das outras idades....

É claro que na pesquisa sobre as ironias alimentares do homem moderno, o sanduíche chamado hambúrguer (que na verdade é o tipo de carne moída e misturada com outros ingredientes que se dá o nome) acompanhado de pão de diversos formatos....... vamos explicar como se DEU O SURGIMENTO DO NOME.... dizem que foi uma mulher na ALEMANHA que criou o produto.... será?

As grandes empresas como por exemplo o McDonald's já disponibilizam de máquinas específicas para servir o hambúrguer automatizado.... como aquelas máquinas de bebidas..... self service. No Japão isso é comum...
VEJA O LINK ABAIXO:
( é mito... ou é verdade essa máquina do McDonald's?????????? )
McDonald’s distribui lanches através de “máquina de hambúrgueres”.
http://frame.bloglovin.com/?post=5438295895&blog=3242105&frame_type=search&search_term=HAMBURGUER

http://abc13.com/food/mcdonalds-unveiling-big-mac-atm-today/1729944/

https://www.google.com.br/search?
safe=off&tbs=simg:CAESgAIJcDr9ktBhx_10a9AELEKjU2AQaAggADAsQsIynCBpiCmAIAxIo_1QyGDd8M4AXbBd0MoQyLDeAMlATRNbMo0jXpNpAo8jXpNaoz3ifzNRowe1GnRpIzFb47QgALbD4oB6yEE7xkqpm8IOIih7j7gaQgqqJ1HbQ5jW-cYg_1rKIFNIAQMCxCOrv4IGgoKCAgBEgT28xg1DAsQne3BCRpiCiIKD3NtYWxsIGFwcGxpYW5jZdqliPYDCwoJL20vMDE3ejE4ChkKB21hY2hpbmXapYj2AwoKCC9tLzBka3c1CiEKDWFtZXJpY2FuIGZvb2TapYj2AwwKCi9tLzAxejFqZjIM&q=big+mac+atm+boston&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwi7voTg5c_TAhWBVyYKHc6QDNoQsw4IOQ&biw=1920&bih=925#imgrc=yWLaCFpQtmX-XM:

http://dailycaller.com/2017/01/24/mcdonalds-launching-dispenser-that-spits-out-big-macs/
veja o vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=4RCFvZiLWFY

Nota abaixo para o artigo 01:
novamente segue o texto de conteúdo do link para garantir sua leitura:
ALÍVIO DA DOR
MORFINA
https://drauziovarella.com.br/drauzio/morfina/
Dor fraca qualquer analgésico espanta. Dores de intensidade intermediária, daquelas que melhoram com antiinflamatórios, impõem limitações, tiram a alegria, mas permitem que a vida siga em frente. Não é dessas dores que trato neste artigo, vou falar da dor forte, a mais trágica sensação transmitida pelo corpo.

As dores fortes podem vir em cólica ou como pontadas que não passam. A cólica ataca no abdômen, retorce, afrouxa e aperta de novo uma porção de vezes. Quando é muito forte, dá vontade de rolar no chão; a pessoa sente que vai se rasgar por dentro. Quem já teve cólica renal ou de vesícula sabe o que é isso.

A pontada que não passa é mais insidiosa: começa, aperta até atingir um platô e fica. Parece que enterraram uma faca na carne da gente. Depois de algumas horas com ela, a vida se transforma num vale de lágrimas. Às vezes, é pior do que a morte.

Como cancerologista, convivo com essas dores intensas, persistentes, há 30 anos. Nesse tempo, aprendi que elas só desaparecem com morfina.

Os demais analgésicos reduzem a intensidade, mas dificilmente acabam com dores muito fortes. A pessoa fica aliviada com eles, é lógico: doía 100, tomou o remédio, agora dói 30! Melhorou, mas a dor não foi embora; ficou lá, no fundo, como um alicate frouxo, pronto para apertar assim que diminuir o efeito analgésico. A morfina é a única droga que reduz esse tipo de dor a zero.

Tanta tecnologia na medicina e ainda não inventaram analgésico melhor. A morfina foi obtida a partir do ópio há 200 anos, na Alemanha. O ópio é retirado do leite da papoula e tem sido usado como remédio há mais de 2.000 anos. Os médicos do Império Romano já o receitavam. Na Idade Média, fez parte de elixires e tônicos usados como panacéia para muitas doenças. Alguns deles, como o elixir paregórico, resistiram até recentemente nas farmácias brasileiras.

Hoje, o tratamento com morfina geralmente se restringe a dois grupos de doentes: aqueles que precisam da droga por um período curto, no hospital, para enfrentar dor de cirurgia, osso quebrado ou ferimento; e os que fazem uso crônico dela, como as pessoas queimadas e os portadores de câncer.

No hospital, é fácil receitar morfina. Para o doente que está em casa, entretanto, a obtenção da droga é um drama para a família. Ou para ele mesmo se não tiver quem o ajude.

O médico é obrigado a fazer a receita num formulário amarelo, numerado. Para obtê-lo precisa se cadastrar numa repartição pública no centro da cidade, pessoalmente, de preferência. De posse da prescrição, começa a via sacra dos familiares atrás de uma farmácia que venda morfina. Mesmo nos grandes centros urbanos é muito difícil encontrá-la; nos bairros pobres e nas pequenas cidades, então, impossível.

Isso acontece porque as farmácias que vendem morfina obedecem a uma legislação que impõe fiscalização rígida. De fato, esses estabelecimentos são os mais fiscalizados. Se você fosse dono de farmácia, ia preferir vender morfina, que custa barato, e trazer o fiscal para dentro da sua casa ou os medicamentos que a indústria põe à venda a preços pirotécnicos sem qualquer fiscalização?

As dificuldades nessa área são de tal ordem, que o Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul entrou com uma ação na Justiça contra a Vigilância Sanitária por cercear o exercício da medicina.

Embora seja a pior, a burocracia não é a única barreira para impedir que a morfina chegue às mãos dos que precisam dela. Tradicionalmente, a ênfase do ensino nas faculdades é colocada na cura das doenças, e não no alívio da dor. Como consequência, a maioria dos médicos conhece mal a farmacologia da morfina e se esquiva de prescrevê-la.

A terceira barreira é criada pelos próprios familiares do doente com dor crônica, que hesitam em aceitar a prescrição por achar que morfina só é indicada quando o caso está perdido.

De onde vem tanto preconceito contra essa droga milenar?

Vem da ignorância, como todo preconceito. O medo dos médicos, familiares e das autoridades que controlam a distribuição da droga é de que os usuários se tornem dependentes dela, razão jamais demonstrada cientificamente.

Num estudo conduzido em Boston que acompanhou 11.882 pacientes tratados com morfina, foram encontrados apenas quatro casos de dependência. Uma pesquisa feita em Nova York, com 10 mil queimados que receberam morfina durante várias semanas ou meses, não encontrou um caso sequer de dependência crônica.

No Brasil, os que padecem de dores crônicas de forte intensidade vivem um calvário, pela falta de acesso à assistência médica, porque os médicos receitam analgésicos inadequados e porque a burocracia cria entraves ao fornecimento de opiáceos.

As faculdades de medicina precisam ensinar aos estudantes que, ao lado da cura, aliviar a dor de quem sofre é a função mais nobre do médico. A Secretaria de Vigilância Sanitária tem de adotar as atuais normas internacionais para a liberação de morfina aos que necessitam (elas consideram absurda, por exemplo, a exigência de receituário especial).

Esse assunto interessa a todos. Nenhum de nós está livre de uma dessas dores traiçoeiras que atacam no meio do caminho ou no final dele. A natureza é impiedosa, não respeita as virtudes da pessoa.

Categoria: Tradução e conteúdos
Subcategoria: Redação de artigos
Quantas palavras?: Até 2000 palavras
Isso é um projeto ou uma posição de trabalho?: Um projeto
Disponibilidade requerida: Conforme necessário

Freelancers que ya aplicaron para este trabajo

Tina G. Sou jornalista, com mais de trinta anos de experiência. Atualmente, trabalho como editora de jornais e revistas, e também atuo home office, desenvolvendo roteiros para canal de humor no Youtube. Crio de Storytelling a... + detalles

Luciana C. Formada em administração de empresas, com 20 anos de experiência. Escrevo desde criança, apaixonada por leitura e escrita, escrevo artigos para os mais diversos segmentos . Tenho tempo livre, logo a entrega é rápida. ... + detalles

Julia T. Sou graduanda em Letras pela Universidade Federal de São Paulo e estudei Artes Visuais na UNESP e Cinema no Instituto de Cinema de São Paulo. Tenho habilidade em redação de artigos, blogs, conteúdo digital, tradução, ... + detalles

Crea tu propio proyecto

¿Buscas un freelancer para realizar un proyecto similar? Crea tu propio proyecto y recibirás ofertas de los mejores freelancers.