Salvação Improvável


Terminado
Descripción:
ESTILO DA ESCRITA: CRÔNICA
MÍNIMO DE 1.200 palavras

ESCOLHA A PALAVRA CHAVE. NEGRITE
TÍTULO SUGERIDO: QUEM PODERÁ SALVAR O MUNDO?

Ao assisitir a esse ****vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=8PUBwn5vOmU

este aqui é o site da ong, que criou o vídeo:
O SITE DA ONG - WAR CHILD:
https://www.warchild.nl/over-batman

****VOCÊ ENCONTRARÁ a raiz da alma para a escrita dessa CRÔNICA. O título de minha sugestão: QUEM PODERÁ SALVAR O MUNDO? - ... é uma ironia que se refere a mediocridade do homem em viver em PAZ com seus pares.
No site de WAR CHILD pode se ler o SLOGAN para o vídeo acima:
**FANTASIE IS VAAK DE ENIGE MANIER OM TE ONTSNAPPEN AAN DE REALITEIT:
A FANTASIA É A ÚNICA MANEIRA DE ESCAPAR NA REALIDADE
.... este slogan** ( acima) - e o título sugerido: QUEM PODERÁ SALVAR O MUNDO... somados a imagem do PAI CARREGANDO O FILHO QUE DORME EM SEUS OMBROS...... apresentam o espírito do que esta CRÔNICA quer abordar.
PORQUE O HOMEM TEM MOSTRADO SER TÃO MEDÍOCRE... principalmente se LEVARMOS EM CONTA O CENÁRIO DO QUE OCORRE NA SYRIA.. ATUALMENTE.
BEM, eu imagino que você deve ter captado do que VAMOS TRATAR NESTA CRÔNICA... e o conteúdo do vídeo é o CLARO CAMINHO.

O QUE SEGUE ABAIXO é apenas um INDICADOR DE REFORÇO PARA apenas para ENFATIZAR O OUTRO ASPECTO DA CRÔNICA: A MEDIOCRIDADE (mas só por garantia, quero dizer que este é apenas um ARTIGO DE 1.20 PALAVRAS) não se trata de dois artigos,

A FRASE de Arthur Conan doyle (logo abaixo) REFLETE BEM o que esta CRÔNICA deseja ter em suas punjentas palavras o argumento da atual condição (senão desde outrora) da grande maioria dos humanos na terra, maioria essa fadada a consumir o que uma pequena quantidade de mentes brilhantes produz em benefício de muitos. O ponto em questão é também o fato das pessoas não se interessarem pela cultura de substância real e magnânime. Vejo que de cada 10 pessoas que conheço apenas uma se interessa por coisas inteligentes e que requer um racioncínio mais apurado. Todas as outras 9 pessoas querem não precisar pensar ou discutir coisas valorosas. É claro que apresento aqui requisitos de superfície.... você, como REDATOR pode muito bem, com seu conhecimento aprofundar e "bater duro" com suas palavras no texto. A condução para o "inteiro teor" desta crônica, é sua.
A MEDIOCRIDADE NÃO CONHECE NADA MELHOR DO QUE ELA MESMA, MAS O TALENTO RECONHECE INSTANTANEAMENTE O GÊNIO. ---------Arthur Conan Doyle

Acredito que após ler tudo abaixo, certamente você entenderá o espírito do que o título obrigatório deseja se materializar em texto. Bem, como sei que na redação de um projeto denominado LINHA EDITORIAL... lá, você deixou claro sua sensibilidade e profundidade no assunto em questão aqui, então sinta-se a vontade para refletir suas próprias impressões e experiências para a consolidação do que esta crônica visa se tornar e impactar com algo mais saliente mirando numa juventude que hoje me parece muito fraca, mesquinha e sem conhecimento e vontade de obter taL PROFUNDIDADE DE CONHECIMENTO... bem, talvez esteja eu completamente enganado....(sic)
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No romance Catch-22, o famoso escritor Joseph Heller escreveu: "Alguns homens nascem medíocres, alguns homens alcançam a mediocridade e alguns homens têm a mediocridade imposta a eles".
http://www.bbc.com/news/business-37108240

OUÇA AO VÍDEO:
https://www.youtube.com/watch?v=N9uKDehxBV0
https://www.youtube.com/watch?v=8ty5VmGoY1Y

cavando:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/vida/noticia/2015/01/j-j-camargo-o-inimigo-e-nosso-melhor-mestre-4682267.html
https://blog.girly.ng/womendollys-rant-settling-for-mediocrity-851826111cd2
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no filme CORPO FECHADO.......... (uma referência a frase VIVEMOS TEMPOS MEDÍOCRES) -
bystarfilmes.blogspot.com/2008/07/corpo-fechado.html
Falando com a esposa de David, ele comenta:
"Vivemos tempos medíocres, senhora Dunn. A gente começa a perder a esperança. Alguns custam a crer nos dons extraordinários que existem dentro deles e dos demais. Espero que saiba compreender." Por estas e outras uma amiga comentou que talvez ...
DETALHE.. o filme tem sequência anunciada:
https://omelete.com.br/filmes/noticia/glass-atores-de-corpo-fechado-sao-confirmados-na-sequencia/
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LEIA O QUE ESTÁ EM REVISTA VEJA:
O mínimo para você não ser medíocre:
https://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/o-minimo-para-voce-nao-ser-mediocre/
O pavor que o medíocre tem do pensamento e da ação independentes – sobretudo os de gente talentosa – já estavam presentes de fato na obra de Ernest Hello, em frases e trechos assim:

“Se a palavra exagero não existisse, o medíocre a inventaria.”

“O medíocre pode ter estima para com pessoas virtuosas e homens de talento. Mas tem medo e horror dos santos e dos gênios, pois que os julga exagerados.”

O homem medíocre “nunca fala; repete sempre. Não concebe que um homem ainda obscuro, ao qual se é muito chegado, possa ser um gênio.”

“O medíocre vence porque segue a correnteza; o homem superior triunfa porque vai contra a correnteza.”

“A trajetória do sucesso consiste em andar junto com os outros; a da glória em marchar contra os outros.”

“O temor que o medíocre tem das coisas superiores faz-lhe dizer que estima antes de tudo o bom senso, mas ele não sabe o que é bom senso. Entende, por tal, a negação de tudo o que é grande.”

“O medíocre diz que há aspectos bons e maus em todas as coisas, e que não se pode ser absoluto nos julgamentos etc.”

Link de sugestão para se basear:
https://nova-criminologia.jusbrasil.com.br/noticias/2444642/o-homem-mediocre
O HOMEM MEDIOCRE
Nunca na história da humanidade houve tanta exploração da mediocridade. Quem o disse, há quase cem anos, com maestria ímpar, foi Jose Ingenieros, italiano de nascimento e que abraçou a Argentina como país do coração. Teve produção variada no campo da psiquiatria, da sociologia e da criminologia, mas, sem dúvida, seu mais célebre livro, O Homem Medíocre, obra atemporal, se notabilizou com uma autópsia das características da raça humana, composta, como ali dito, de raras mentes geniais e de multidões de existências vegetativas.
Vivemos tempos de extremos, minguados de líderes que nos mostrem, não com discursos, mas com exemplos, o caminho da virtude. São tempos de massificação do conhecimento e da informação, de pasteurização das ideias, de relativização dos valores e de vulgarização das tragédias humanas.
A mediocridade no pensar e no agir é fortemente responsável por tudo isso. Como bem pontifica Ingenieros, o homem medíocre imita, não cria, pensa com a cabeça dos outros, prende-se a frivolidades; é efêmero, apegado a honrarias e escravo de fórmulas paralisadas pela ferrugem do tempo. O homem medíocre é aquele incapaz de extasiar-se diante de um crepúsculo e de sonhar frente à aurora; repete, à exaustão, hábitos do passado, tornando-se presa fácil da rotina, esse esqueleto fóssil cujas peças resistem à carcoma dos séculos. Os medíocres são prosaicos, desprovidos do espírito curioso do cientista (a originalidade lhes produz calafrios), da sensibilidade do artista e das ilusões do idealista; não têm afã algum de perfeição; sua ausência de idéias os impede de pôr em seus atos o grão de sal que poetiza a vida. Se um deles, como ilustra o sábio portenho, passasse junto à torre inclinada de Pisa, dela se afastaria, temendo sua queda.
A renúncia a pensar, quando consciente, é uma boa maneira de não se equivocar, o que faz dos cérebros medíocres casas de hospedagem desprovidas de donos. Resta-lhes uma vida insossa, plena de pré-juízos, avessa às confrontações da mente curiosa e às surpresas do desconhecido.
Essas características são facilmente identificadas nesse período de campanha eleitoral, onde candidatos procuram exibir, com superlativos, suas apregoadas virtudes e ocultar, com todo empenho, seus atributos negativos. Para um bem intencionado eleitor, assistir a um programa eleitoral, na TV ou no Rádio, é um exercício de paciência, de desprendimento e de compaixão, quando não de puro divertimento. Ali se vêem, disfarçadas sob uma aparente em alguns, quiçá, até sincera vontade de servir ao próximo, as retóricas direcionadas a iludir o eleitor, com discursos e argumentos que reproduzem o que se acredita sejam as carências mais prementes da população.

Todos falam de mais segurança, de serviços de saúde e de transporte de boa qualidade, de educação para todos, de ofertas de trabalho, de obras viárias, de saneamento, de apoio à cultura, de respeito às minorias e de proteção aos aposentados, às crianças e aos portadores de deficiência. É um verdadeiro cardápio de palavras, com menu diversificado que, todavia, sempre inclui alguns desses ingredientes.
Passam as eleições, tomam posse os eleitos, frustram-se as expectativas, transferem-se responsabilidades e culpas ... e tudo se repete nas eleições seguintes, script que bem evidencia o quão deteriorada está, ou é, nossa política, cimentada no afago hipócrita aos carentes, na criativa oferta de favores ilícitos, ou simplesmente na encenação de gestos e sorrisos fáceis, tapinhas nas costas e qualquer tipo de aproximação que traduza uma relação afetiva eleitor-candidato.
Já sob a ótica do eleitor, é sintomático desse comportamento descompromissado com os destinos da polis o apoio a certas causas nada sérias, como a que elegeu um conhecido macaco carioca. Nestas eleições de 2010, não deveria então surpreende o enorme retorno eleitoral de um candidato que se tornou conhecido como comediante circense e cujo mote é, explicitamente, alardear que não sabe o que irá fazer no Congresso Nacional.
Ainda que se possa explicar tal comportamento como um protesto cívico, o fato é que ele denota, no agir do eleitorado, o grau de mediocridade da política brasileira como um todo. Possivelmente, decorre ela de nossa pequena tradição democrática e do elevado grau de analfabetismo, tanto escolar quanto político, de nosso povo. Mas o que se poderia esperar de uma nação cujo interesse literário colocou, no topo da lista dos mais vendidos, o livro Seu Creysson, Vídia i Óbria? E olha que Jose Ingenieros nem se referiu ao Brasil quando filosofou sobre a mediocridade humana.

outros SOBRE................... TEMPOS MEDÍOCRES:
https://www.recantodasletras.com.br/artigos/453147
https://www.revistabula.com/7702-a-era-dos-idolos-mediocres/
http://lounge.obviousmag.org/pelo_avesso/2015/08/o-falso-conforto-da-mediocridade.html
http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/musica/noticia/2015/10/vivemos-tempos-mediocres-e-isso-reflete-muito-na-musica-afirma-nasi.html

Categoria: Tradução e conteúdos
Subcategoria: Redação de artigos
Quantas palavras?: Até 1000 palavras
Isso é um projeto ou uma posição de trabalho?: Um projeto
Disponibilidade requerida: Conforme necessário

Abierto

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Publicado: Hace 5 meses

Plazo: 15 días

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Eduardo P. Sou historiador, ex professor, ex gestor industrial e hoje, freelancer por opção. Especialista em redação de textos para a internet com foco em criatividade. Redator do site: http://www.adniltonalves.com/descubra-te... + detalles