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“As Facetas de Zé Pretinho"

Zé Pretinho se define como artista e filósofo. Devemos lhe acrescentar, sem medo de errar, o caráter de reciclador. Tampouco podemos deixar de perceber sua arte como uma vertente da Arte de Rua, já que a obra revela-se e completa-se em seu máximo alcance no Muro.
Em suma, todos os elementos que formam o perfil de Arte Urbana.

Essa multidimensionalidade dos discursos agrega à obra camadas de complexidade. Ao tentar entender os fios das meadas do artista nos deparamos com limites borrados: até onde vai a reciclagem de materiais e começa a reciclagem das idéias? até onde vai a mera reverberação dos fatos midiáticos e começa a elaboração? até onde vai a crítica social e começa o grito do excluído e o clamor pelo reconhecimento da arte e da originalidade da sua forma de expressão? E ainda, quais os paralelos da obra do Zé Pretinho com o grafite e as intervenções urbanas ao se valer de espaços públicos para expressar seus conteúdos - às vezes indesejados ou até mesmo inoportunos?

Ao conceber e montar a exposição O Muro de Zé Pretinho, buscamos preservar a característica de significações espiraladas próprias da obra do artista. Ao trazer imagens e elementos do Muro, e emular seu ambiente, método de trabalho e forma de pensar, pretendemos transmitir a sensação de surrealidade que experimenta quem o visita no ateliê em Diadema.
Um pouco como se fossemos o próprio Zé Pretinho articulando e comentando uma obra sobre si próprio.

Esperamos poder transmitir a força do seu trabalho, personalidade e criatividade. Que o visitante - assim como um transeunte em Diadema - pare, repare e prossiga. Transformado e ressignificado.


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“Zé Pretinho, artista e filósofo”

Tem coisa que parece simples, mas não é. Ver as coisas é fácil, ver além é mais sutil. Já não ver, é cômodo.


Zé Pretinho, no início, é coisa da terra. Trabalhava na fazenda e nasceu na segunda feira, que é o primeiro dia de trabalho. Ele mesmo viu que trabalhar na fazenda era na verdade ajudar aos pais.
Oras, afinal de contas o que é trabalhar?

Mas logo ficou moço, se esforçou e comprou uma variante, que não é só carro antigo, mas de tanto variar chega a ser uma Ferrari. A variante é o pensamento dele ao transformar as coisas. Do lixo um luxo.
Que humano!

Para ele as coisas só ficam completas quando têm frases. Em sua obra, a palavra completa a arte, dos bonecos que não falam, mas expressam. E as frases foram feitas com o que havia, tábuas e o velho fogão a lenha.
Porque ele sabe que criatividade às vezes é fazer o novo a partir do velho. Não é isso que o fogão dele faz?

O ápice veio quando Zé Pretinho se aprofundou. Aí ele encontrou Platão, Sócrates e Voltaire.
Todos estavam no lixo. Porque para quem não tem internet, encontrar as coisas no lixo tem o mesmo resultado. Sabedoria é amiga do desejo e não só da internet e dos livros.


Saint-Exupéry disse, “Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”. Zé Pretinho vê as coisas com o coração. E faz agente ver assim também.
Encantador!

Categoria: Tradução e conteúdos

Tradução ao português

Menos de USD 50

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Idioma: Português (Idioma materno)

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Publicado: há 5 anos

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Ana V.Jornalista formada em 1997, área em que trabalho desde o quarto período de faculdade, cursada em Uberlândia (MG). Moro em Brasília desde 1997, onde me especializei em aperfeiçoamento em redação e revisão de textos pel... Mais detalhes